não podes reinventar a verdade,
nem dissipar a vontade de esquecer a saudade quando a sentes na sua sinceridade.
Já a consciência atira tantas palavras contra a sanidade,
e contra gravidade, gravita musicalidade
implica uma musa de inspiração que mantenha a harmonia no êxtase da sua vitalidade,
as tuas mentiras têm perna curta, calamidade
mas as tuas mentiras não são anãs, seriedade,
já te disse que fico super-fulo com tanta futilidade
fodes o fusível, e dizes que é da humidade...
já fico imune, quando ninguém vê nada que nos une
eu não vejo oxigénio e não sou estúpido como o costume
mesmo assim, haja alguém que arrume,
que se levante numa ala onde ninguém assume
que não podes reinventar a verdade
e isso é um poço e nunca um cume,
falta de originalidade,
o meu barco ruma na sua simplicidade,
se o teu barco não ruma, porquê a sujidade?
já que não podes reinventar a verdade,
não inventes uma mentira para trocar de realidade.
Para ser sincero a full-time é preciso magoar muita gente,
antes assim do que amar por conveniente,
multiplica os teus dedos e vê quem tens realmente
na real, ninguém foi igual e entre fantasmas e fantasias
és o mesmo de antigamente,
melhor e diferente, com uma verdade
a de hoje e dos próximos dias.
Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011
reinventar a verdade?
: Flávio Moreno Esteves :: Quarta-feira, Outubro 26, 2011
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