"dos papeis foram roubadas linhas
contudo das duvidas não levaram as adivinhas,
eu guardo as pegadas das sombras para que esqueças o escuro,
iluminado sorriso de um ser ingénuo e imaturo,
fico a todas as distâncias de tudo e alguma coisa,
no fundo do poço haja um desejo que me oiça,
depois do jantar, falinhas mansas de embalar
um povo que já não tem comida para encher a loiça.
no início, vai doer: "são ossos do ofício"
e qualquer obstáculo é tentativa ao precipício,
não te deixes cair num vicio que não te deixa,
mas que te abandona em martírio,
se tu queres, tu consegues - essa é uma boa deixa;
morre menos e vive mais com um pouco de sacrifício.
no final do dia vem tudo com palavras de competência,
e trabalho bem realizado fornece uma boa experiência,
um erro cometido pode ser uma lição aprendida,
fica com a tua palavra que pode ser dada e devolvida,
a mentira dissolvida evapora-se depressa,
assim que a merda boia,
assim que alguém confessa,
não fiques debaixo dessa lua que ela trafica a luz do anoitecer
até que alguém stress-a, atiras pedras a lua levas com elas pela travessa,
o arremesso dos gestos, está na força das vontades,
é difícil não ter em quem confiar e ainda assim com.partilhar as verdades,
sorri para a merda toda que te confronta dia a dia,
o comboio está cheio de reflexos em paisagens sem magia,
a chuva passa mais depressa do que os intervalos que nela encontras,
- falta-me o quinto elemento na carteira, mas respeito mais o que sem ele tu compras.
abstracção, para conter a minha motivação
era leres isto com os dois olhos e perceberes que é em vão,
tão vasto e tão gasto, um rasto tão ferido e cuspido,
mais um dia lutado, declara: um dia mais vencido,
mesmo a derrota trás o bom sabor de ter crescido.
abstraiu-me de um canto onde eles cantam enfeitiçados,
em que a palavra é ecoada mas oca em todos os espaços,
premi o gatilho certo, da consciência e sanidade,
e eles sabem que não gostam de ouvir a verdade,
mas para quem espeta facas nas costas, oferecem-se algemas,
feitiço contra feiticeiro...
a verdade sempre teve nestes poemas.
!!!!!!????????!!!!!!!!!!!????????????!!!!!!!!!! "








1 REACÇÕES CRITICAS/ WORD:
Nada é em vão e as palavras que deitas ao vento, são palavras com sentido e cheias de sentimento. Desde a frase maior à mais pequena "Já dizia o velho: - Quando a alma é grande, vale sempre a pena." One love.
Enviar um comentário